Aguinaldo Rodrigues, especial para o BNC Amazonas
Publicado em: 26/05/2026 às 22:47 | Atualizado em: 26/05/2026 às 23:06
O povo mura e diversas organizações internacionais entregaram pedidos formais para que as autoridades equivalentes à CVM (Comissão de Valores Mobiliários) nos EUA e no Canadá investiguem as operações da Potássio do Brasil.
As queixas deram entrada no início de maio e visam a SEC, no mercado norte-americano, e a OSC, no mercado canadense.
A exploração mineral tem fomentado uma disputa entre proprietários rurais e populações indígenas, com o empreendimento a expandir-se sobre áreas de um antigo assentamento desativado.
Enquanto algumas famílias resistem a ceder os seus terrenos à empresa mineira, outras relatam arrepender-se de ter vendido as suas propriedades.
O projeto de extração obteve apoio político do governo Bolsonaro e, atualmente, mantém o aval da gestão do presidente Lula da Silva.
Em resposta às acusações, a Potássio do Brasil afirmou que a sua atuação na região amazónica respeita integralmente a legislação.
A empresa sustenta que as operações contam com as devidas licenças ambientais e com a realização de consultas formais aos indígenas.
Para uma leitura aprofundada de todos os detalhes do caso e dos documentos apresentados pelas entidades, leia conteúdo na íntegra na Folha de S.Paulo.
Foto: J.Rosha/Cimi Norte
Brasil Norte Comunicação
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