Caso Débora: homem que mandou matar amante grávida e o bebê é condenado a 63 anos de prisão em Manaus – Portal Em Tempo

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Após cinco dias de julgamento, a Justiça do Amazonas condenou os dois acusados pela morte de Débora da Silva Alves e do bebê que ela esperava. A sentença foi proferida na madrugada desta segunda-feira (1º), durante sessão da 2ª Vara do Tribunal do Júri de Manaus.
Apontado como mandante do crime, Gil Romero Machado Batista foi condenado a 63 anos, 7 meses e 19 dias de prisão em regime fechado. Já José Nílson Azevedo da Silva recebeu pena de 17 anos e 8 meses de prisão.
O julgamento começou na última quarta-feira (27), no Fórum de Justiça Ministro Henoch Reis, e só foi concluído nas primeiras horas desta segunda-feira devido à complexidade do caso e ao número de testemunhas ouvidas.
De acordo com o Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), Gil Romero foi condenado por todos os crimes atribuídos pela acusação. No caso de José Nílson, o Conselho de Sentença afastou duas qualificadoras e a acusação de feminicídio, mantendo a condenação por homicídio qualificado por motivo torpe.
A sessão foi presidida pelo juiz Fábio Alfaia, titular da 2ª Vara do Tribunal do Júri. Na sentença, o magistrado determinou a manutenção da prisão dos réus para o imediato cumprimento provisório das penas.
O caso teve grande repercussão no Amazonas e mobilizou familiares, amigos e movimentos que acompanharam o julgamento ao longo dos cinco dias de debates entre acusação e defesa.

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