As receitas nominais dos serviços no Estado caíram 1,4% em abril, com relação ao mês anterior, 3,5% com relação ao mesmo mês de 2025, acumulando perda de 0,4 no ano e de 0,1% nos últimos 12 meses.
O volume de serviços no amazonas caiu 2% em abril de 2026, em relação ao mês anterior, e 9,5% em relação ao mesmo mês de 2025. O indicador acumula queda de 4,4% no ano e de 3,6% nos últimos 12 meses. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (11/06) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE. Em abril de 2026, o volume de serviços no Brasil avançou 1,2% frente ao mês imediatamente anterior, na série com ajuste sazonal, após ter registrado queda (-1,1%) em março.
As receitas nominais dos serviços no Estado caíram 1,4% em abril, com relação ao mês anterior, 3,5% com relação ao mesmo mês de 2025, acumulando perda de 0,4 no ano e de 0,1% nos últimos 12 meses.
Regionalmente, 14 das 27 unidades da federação assinalaram expansão no volume de serviços em abril de 2026, na comparação com o mês imediatamente anterior, evidenciando o avanço observado no resultado do Brasil (1,2%), na série com ajuste sazonal. Entre os locais que apontaram taxas positivas nesse mês, o impacto mais importante veio de São Paulo (1,4%), seguido por Paraná (3,0%), Minas Gerais (1,4%) e Alagoas (23,3%). Em contrapartida, Rio de Janeiro (-3,6%) e Distrito Federal (-5,5%) exerceram as principais influências negativas do mês, seguidos por Santa Catarina (-1,6%), Mato Grosso (-1,2%) e Amazonas (-2,0%).
Na comparação com igual mês do ano anterior, a expansão do volume de serviços no Brasil (1,9%) foi acompanhada por 15 das 27 unidades da federação. A contribuição positiva mais importante ficou com São Paulo (3,5%), seguido por Distrito Federal (9,7%), Paraná (2,4%), Rio Grande do Sul (2,3%) e Alagoas (19,1%). Em sentido oposto, o Rio de Janeiro (-1,5%) liderou as perdas do mês, seguido por Amazonas (-9,5%), Ceará (-6,4%) e Pernambuco (-2,4%).
No acumulado do primeiro quadrimestre de 2026, frente a igual período do ano anterior, o avanço do volume de serviços no Brasil (2,2%) se deu de forma disseminada entre os locais investigados, já que 17 das 27 unidades da federação também mostraram expansão na receita real de serviços. O principal impacto positivo em termos regionais ocorreu em São Paulo (4,2%), seguido por Distrito Federal (11,0%), Mato Grosso (9,2%) e Santa Catarina (0,9%). Por outro lado, Ceará (-5,1%) e Minas Gerais (-1,1%) registraram as influências negativas mais importantes sobre índice nacional, seguidos por Rio de Janeiro (-0,6%) e Amazonas (-4,4%).
Setores
O avanço do volume de serviços (1,2%) no País, observado na passagem de março para abril de 2026, foi acompanhado por todas as cinco atividades de divulgação investigadas, com destaque para os transportes (0,9%), que recuperou parte da perda observada em março (-1,6%).
Os demais avanços do mês vieram dos outros serviços (2,2%), de informação e comunicação (0,5%), dos serviços prestados às famílias (1,4%) e dos serviços profissionais, administrativos e complementares (0,4%), com o primeiro setor recuperando-se da perda de 2,1% verificada nos últimos dois meses; o segundo recobrando quase a totalidade do recuo de 0,6% observado no mês anterior; o terceiro assinalando o avanço mais intenso desde março de 2025 (2,5%); e o último apontando um ligeiro acréscimo (0,4%) após registrar quatro resultados negativos seguidos, período em que acumulou uma perda de 2,1%.
No índice acumulado de janeiro a abril de 2026, frente a igual período do ano anterior, o setor de serviços apresentou expansão de 2,2%, com quatro das cinco atividades de divulgação apontando taxas positivas e crescimento em 47,6% dos 166 tipos de serviços investigados.
Entre os setores, a contribuição positiva mais importante ficou com o ramo de informação e comunicação (6,4%), impulsionado, em grande parte, pelo aumento das receitas das empresas que atuam nos segmentos de consultoria em tecnologia da informação; tratamentos de dados, provedores de serviços de aplicação e serviços de hospedagem na Internet; portais, provedores de conteúdo e outros serviços de informação na Internet; desenvolvimento e licenciamento de softwares; e telecomunicações.
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