‘Riqueza mineral deve se transformar em hospitais e escolas’, diz Tadeu de Souza ao defender soberania sobre terras raras – Amazonas1

Manaus (AM) – O ex-vice-governador do Amazonas, Tadeu de Souza (PP), cobrou do governo federal, nesta sexta-feira (22/05), por meio de suas redes sociais, que a legislação responsável por regulamentar a exploração de terras raras promova o desenvolvimento econômico e gere empregos qualificados no interior do estado.
Atualmente, China e Estados Unidos disputam o mercado de terras raras – 17 elementos químicos usados como insumo por indústrias de alta tecnologia que produzem desde baterias de carros elétricos e celulares até aviões militares e foguetes. Na publicação, Tadeu reforça que o Amazonas precisa garantir que a riqueza gerada por esses recursos naturais se transforme em melhorias concretas para o povo amazonense.
“Minha defesa é clara: essa riqueza mineral deve se transformar em hospitais, escolas de tecnologia e segurança pública para os amazonenses. É ciência e responsabilidade a serviço da nossa gente. China e Estados Unidos disputam cada centímetro desses recursos críticos, e o Brasil não pode ficar apenas olhando”, ressaltou.
Tadeu reiterou que a exploração racional e sustentável desses minerais pode ser usada para melhorar os índices sociais e econômicos do Amazonas, principalmente fora da capital. “Me dói ver essa riqueza repousando no subsolo enquanto o nosso povo, especialmente no interior, ainda convive com a pobreza”.
Ao mencionar a venda da Mina de Pitinga, em Presidente Figueiredo (a 117 quilômetros de Manaus), para uma empresa estrangeira, o ex-vice-governador enfatizou que a regulamentação do setor também é uma questão de soberania nacional.
“Todo investimento estrangeiro é bem-vindo, mas preservando o interesse da nossa gente. A pergunta é: onde fica a nossa soberania? Não basta ter o minério; é preciso ter leis que garantam a nossa soberania e assegurem que o comando dessa riqueza seja nosso”, enfatizou.
Segundo o Serviço Geológico do Brasil (SGB), o país possui a segunda maior reserva de terras raras do mundo, com cerca de 21 milhões de toneladas. Isso representa cerca de 23% das reservas globais, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS).
A maior parte das terras raras no Brasil está concentrada no Amazonas e nos estados de Minas Gerais, Goiás, Bahia e Sergipe. Esses estados têm os principais tipos de depósitos com potencial econômico.
Entre os minerais que costumam ser considerados críticos ou estratégicos na maior parte dos países, o Brasil se destaca por ter as maiores reservas de nióbio do mundo (94%), com 16 milhões de toneladas.
 
(*) Com informações da Assessoria
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