‘Ecoa – Mostra Socioambiental de Cinema de Manaus’ exibe 29 filmes – D24AM

Mostra conta com entrada gratuita e acontece em dois espaços culturais do centro da capital
Manaus – Os amantes da sétima arte já têm compromisso marcado a partir desta sexta-feira (22) até domingo (24) com a 2ª edição da “Ecoa – Mostra Socioambiental de Cinema de Manaus”. Ao todo, 29 filmes foram selecionados pela curadoria do evento para compor a programação, sendo três longas-metragens e 26 curtas, dos quais seis são produzidos no Amazonas ou dirigidos por realizadores amazonenses.

Caminho Sinuoso (Foto: Divulgação)
Idealizada pela produtora audiovisual duplofilme e pela Organização OCA Amazônia, a Mostra conta com entrada gratuita e acontece em dois espaços culturais do centro da capital: na sexta (22), a partir de 18h, haverá a sessão especial de abertura no Cineteatro Guarany, localizado na Villa Ninita (anexo ao Palácio Rio Negro), Avenida Sete de Setembro, 1546; enquanto no sábado (23) e no domingo (24), as exibições acontecerão no Teatro Gebes Medeiros (Avenida Eduardo Ribeiro, 937), com três sessões acessíveis por dia, seguidas de curto debate.

A nave que nunca pousa (Foto: Divulgação)
“No sábado, as sessões acontecem às 16h, às 17h30 e às 19h15. Já no domingo, acontecem às 15h, às 16h35 e às 18h15”, detalha o roteirista Henrique Amud, fundador da duplofilme, ao lado de Ricardo Manjaro e Àlex Jansen.
Diretor do evento junto com a gestora de projetos socioambientais Shalimar Lima (que comanda a OCA Amazônia em parceria com Lorena Jezini, Aline Salignac e Eva Duarta), Amud destaca que, nesta edição, foram recebidas mais de 200 inscrições de todo o território brasileiro, um número superior ao da primeira (110).
“Do Colo da Terra” (dirigido por Renata Meirelles, David Vêluz), “Mato” (dirigido por Severino Neto) e “Xingu, nosso rio sagrado” (dirigido por Angela Gomes) foram os três longas selecionados pela curadoria da Mostra, formada pelo trio fundador da duplofilme, pelas líderes da OCA Amazônia e também pela produtora cultural Cláudia Aleixo e pela artista plástica Mayara Jansen.
Já a lista de curtas conta com: “A nave que nunca pousa” (Ellen Morais); “Águas Poluídas” (Mario Hirotoshi); “Animalidades” (Jacobo Martínez Flórez, Jacobo Chamorro); “Bici, A História de Uma Bicicleta no Afuá” (Otoniel Lopes Oliveira); “Caminho Sinuoso” (Adalberto Oliveira); “Capim” (Júlia Munhoz, Caio Pimenta); “Cotas, Memória e luta negra na UFPA” (Delen Castro, Gyselle Kolwask); “Duwid Tuminkiz – Makunaima é Duwid?” (Gustavo Caboco Wapixana); “Herança” (Keila Sankofa); “Kakxop pahok: as crianças cegas” (Charles A. P. Bicalho, Cassiano Maxakali); “Maira Porongyta – o aviso do céu” (Kujãesage Kaiabi); “Mulheres que sustentam a Amazônia” (Victor Rosalino); “O Jardim Mágico” (Carlon Hardt, Naira Carneiro); “O Último Varredor” (Perseu Azul, Paulo Alipio); “Pela água, sempre!” (Douglas de Magalhães, Juraci Júnior); “Praça Amazonas” (Ramiro Quaresma); “Replikka” (Piratá Waurá, Heloisa Passos); “Sagrado” (Samara Souza, Islla Pessoa); “Sebastiana” (Pedro de Alencar); “Sem nós, o que seria do Porto?” (Anne Caroline Maciel, Ronaldo Gomes-Souza); “Tanaru” (Júlia Mariano); “Thayara” (Mila Leão); “Tuyuka Sanny Katu Ury – Amazônia da Inclusão” (Ricardo Juliani); “Uma menina, um rio” (Renata Martins Alvarez); “Visagens e Visões” (Rod Rodrigues); “Vozes do Cocal” (Josué Castilho França).
Protagonismo Amazônida
Contemplada pelo Edital de Chamamento Público n° 001/2026 – Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura/ 2º Ciclo, executado pela Prefeitura de Manaus, por meio do Conselho Municipal de Cultura, com recursos do Governo Federal, por meio do Ministério da Cultura, a 2ª edição da “Ecoa – Mostra Socioambiental de Cinema de Manaus” reflete o papel do cinema na construção de um espaço de encontro entre territórios, saberes e narrativas que fortalecem o protagonismo dos povos amazônidas.
Segundo Amud, realizar uma mostra de cinema socioambiental em Manaus insere a região em uma crescente movimentação de produtores, pensadores, artistas e ativistas que buscam sempre posicionar a Amazônia como território produtor de pensamento, cultura e narrativa.
“A ECOA surge da vontade de criar um novo espaço capaz de aproximar cinema, arte, política e questões socioambientais, fortalecendo reflexões sobre território, memória, crise climática e formas de resistência que atravessam tanto a região quanto outras partes do mundo”, pontua.
Para Shalimar, em um contexto em que a Amazônia segue sendo amplamente narrada por olhares externos, fortalecer e valorizar politicamente o cinema produzido em Manaus e na região Norte também significa disputar “quem conta nossas histórias e como nossos territórios são representados”. “Ao mesmo tempo, a mostra busca aproximar experiências, lutas e formas de resistência construídas em diferentes partes do Brasil, criando espaços de intercâmbio entre territórios, culturas e movimentos sociais”, salienta.
Mais informações sobre a programação da 2ª edição da “Ecoa – Mostra Socioambiental de Cinema de Manaus” podem ser conferidas no Instagram do evento (@mostra_ecoa – www.instagram.com/mostra_ecoa), da produtora amazonense (@duplofilme.am – www.instagram.com/duplofilme.am) e da organização (@oca.amazonia – www.instagram.com/oca.amazonia).
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