Após protesto por PEC 6×1, ônibus voltam a circular em Manaus – A Crítica

A paralisação durou cerca de uma hora e meia, de acordo com o Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU).
(Foto: Mário Marcelo TV A CRÍTICA)
Uma mobilização de sindicatos de trabalhadores paralisou temporariamente o transporte coletivo na capital do Amazonas durante a manhã desta quarta-feira (27). Os manifestantes querem que a Câmara dos Deputados aprove o relatório do fim da escala 6×1. 
Às 6h30, os rodoviários do transporte público cruzaram os braços no Terminal de Integração 1, centro da cidade. Em poucos minutos, a fila de ônibus parados alcançou a avenida Constantino Nery, uma das principais vias da capital. A paralisação foi para que a Câmara dos Deputados aprove o a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/19 que acaba com o atual modelo de escala em que os trabalhadores trabalham seis dias e descansam apenas um. 
O movimento foi pensando pelo conjunto entre a Central Única dos Trabalhadores (CUT), o sindicato dos rodoviários (STTRM) o dos trabalhadores da indústria de plástico (Sindplast-Am), dos petroleiros (Sindipetro) e dos metalúrgicos (Sindmetal-am). Eles se reuniram com cartazes de apoio ao presidente Lula, que cumpre agenda em Manaus, e contra a escala 6×1. 
“É uma grande luta para uma grande vitória dos trabalhadores e os deputados que não votarem conosco, não voltam para Brasília, não merecem o nosso voto”, disse Jonas santos, um dos manifestantes. 
A paralisação durou cerca de uma hora e meia, de acordo com o Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU). O município segue no monitoramento do fluxo de veículos na capital. Mesmo com um período curto de duração, o protesto impactou na rotina de diversos trabalhadores e estudantes. A Universidade Federal do Amazonas suspendeu as atividades acadêmicas e administrativas exclusivamente pela manhã desta quarta. 
Tramitação na Câmara 
A PEC PEC 221/19 tramita na comissão especial da Câmara dos Deputados e a análise do relatório está prevista para recomeçar nesta quarta-feira. O texto prevê:
• Redução da jornada semanal de 44 para 40 horas.
• Garantia de dois dias de descanso remunerado (fim da escala 6×1).
• Sem redução salarial.
• Um período de transição (acordos recentes mencionam cerca de 60 dias a 1 ano, com implementação gradual)
 

source

Deixe o Seu Comentário

Compartilhe:

WhatsApp
Facebook
Telegram
Twitter
Email
Print
VEJA TAMBÉM

Vagas de emprego em São Paulo - SP

Encontre a vaga ideal em São Paulo Confira salários e avaliações de empresas.
Últimas Notícias
error: Content is protected !!