A gestão da Polícia Militar do Amazonas foi parar no Fantástico deste domingo, depois que a operação Sentinela Maior, do Ministério Público, descobriu que policiais acusados de todo tipo de crime – tráfico, homicídio, roubo, etc. – transformaram o Núcleo Prisional da corporação em uma colônia de férias, aonde faziam churrasco com cerveja e saíam a qualquer momento para passear pela cidade ou jogar futebol sem qualquer vigilância.
É mais um episódio sombrio da gestão do coronel PM Klinger Paiva, que está há dois anos e sete meses no cargo e coleciona escândalos. Não custa lembrar que ele estava entre os integrantes do “comitê do crime”, que planejou interferir na eleição de Parintins em 2024, inclusive com o incentivo a atuação de facções criminosas no município.
A situação já passou do ponto e exige providência do governador Roberto Cidade (União), que assumiu prometendo governar com mão de ferro e total isenção, de olho apenas nos interesses da população.
A manutenção de Klinger Paiva no comando da PMAM, com índices de criminalidade crescentes, pode acabar se tornando a primeira grande pedra no sapato do novo governador.












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